Enquanto a concorrência ainda se atrapalha carregando caixas de um lado para o outro, o Adam, da PNDRobotics, decidiu que era hora de brilhar na pista de dança. Em um feito que a empresa carimba como inédito para um humanoide de porte real, o robô foi flagrado dominando os passos do Charleston com uma desenvoltura impressionante.
Essa fluidez — que chega a ser quase perturbadora de tão natural — é fruto de uma engenharia de ponta: são 41 graus de liberdade e atuadores de alto torque capazes de gerar centenas de Newton-metros de força. O que vemos aqui é um nível de equilíbrio dinâmico que, até ontem, parecia restrito aos efeitos visuais de Hollywood. Se a rebelião das máquinas está mesmo a caminho, pelo menos agora sabemos que ela terá um ritmo absolutamente impecável.